Pateira de Fermentelos

A biodiversidade resulta de um equilíbrio harmonioso entre os subsistemas da terra (litosfera, hidrosfera, atmosfera). Esse equilíbrio manteve-se constante durante muitos anos, mas com o aparecimento do homem este equilíbrio começou-se a perder-se.

Nas nossas sociedades industrializadas, a biodiversidade é tomada como certa e vista
como algo livre e eterno. No entanto, a verdade é que as pressões que exercemos sobre
a natureza estão a aumentar e muitas atividades humanas representam uma grande
ameaça para a existência de numerosas espécies.

A lista das pressões exercidas sobre a biodiversidade é longa e inclui a destruição
e fragmentação de habitats, a poluição do ar, da água e da terra, a sob exploração
das zonas pesqueiras, dos recursos, das florestas e das terras, a introdução de espécies
não nativas, bem como a libertação de quantidades crescentes de gases com efeito
de estufa que causam alterações climáticas.

Foi no âmbito da disciplina de sustentabilidade que as turmas do 6º ano da Escola Básica de Valongo do Vouga e em articulação com o Eco-Escolas realizaram um estudo sobre a biodiversidade e mais concretamente sobre a Pateira de Fermentelos, estudo este que terminou com uma visita local à Pateira.

A Pateira, comumente designada como Pateira de Fermentelos, destaca-se no contexto natural regional, nacional e mesmo internacional. Aquela que á a “maior lagoa natural da Península Ibérica” assume grande importância para o equilíbrio dos sistemas naturais da zona, pelo que representa para as populações locais, no contexto natural e socioeconómico e turístico, mas também pela importância que assume nacional e internacionalmente, como área sensível e importante zona húmida de Rede Natura 2000.

O termo “Pateira” encerra a especificidade da região do Vouga e afluentes designando, por si só, abundância de patos.

No que diz respeito à diversidade faunística, a Pateira e zonas envolventes destacam-se, particularmente, pela importante componente ornitológica. Surgem espécies de importância comunitária, como o Garçote, a Garça-vermelha, a Águia-sapeira, o Milhafre-preto. Ocorrem ainda espécies como o Perna-longa, o Guarda-rios, a Petinha-dos-campos. A Garça-branca-pequena, entre outras.

As condições biofísicas proporcionam também a diversidade de peixes que se encontra na Pateira.

Associada aos habitats de zonas húmidas está também uma elevada diversidade de répteis e anfíbios, assim como uma biodiversidade florística.

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

 

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Pilhões

A recolha e reciclagem de pilhas reduz significativamente o volume de resíduos que contaminam o meio ambiente, aumentando a sua sustentabilidade.

As pilhas, dispositivos utilizados em inúmeros aparelhos do nosso dia a dia, apesar de serem aparelhos pequenos podem prejudicar o ambiente, se não forem tratadas da forma correta.

A verdade é que, tanto as pilhas como as baterias são compostas por metais que, se tratados como materiais inofensivos, podem prejudicar a sustentabilidade do meio ambiente, uma vez que não são biodegradáveis.

Tendo em conta a sua composição, feita de materiais como: mercúrio, chumbo, cobre, zinco, cádmio, manganês, níquel e lítio, estes dispositivos não podem ser misturados com o lixo orgânico produzido normalmente.

Este ano com a ajuda dos nossos alunos do Conselho e do clube Eco-Escolas foram colocados em cada sala e nos restantes espaços da escola mini pilhões.  No final da campanha conseguimos entregar à Ecopilhas, três pilhões grandes cheios.

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

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Ecopontos

Este ano com a ajuda dos nossos alunos do Conselho e do clube Eco-Escolas foram colocados em cada sala e nos restantes espaços da escola Kits Ecopontos. Cada kit serve para todos poderem, de imediato, colocar no recipiente próprio, azul, amarelo, verde, o detrito correspondente. O ecoponto verde acabou por ser mais tarde retirado, uma vez que na nossa escola não há consumo nem utilização de produtos de vidro. Com esta iniciativa pretende-se consciencializar e incentivar todos os alunos, funcionários e professores, a mudarem o seu comportamento e colaborarem nesta iniciativa. Somos uma Eco-Escola, devemos por isso, dar o exemplo. Os alunos do clube e do Conselho Eco-Escolas acreditam que podem contribuir para uma sociedade mais limpa e menos poluída.

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

 

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A Nossa Horta

Integrado no Programa Eco-Escolas, a nossa Horta começa a florescer. A limpeza e preparação do terreno foi feita no início do outono. O solo foi revolvido com o auxílio de enxadas de forma a ficar bem arejado, e posteriormente adicionado composto orgânico proveniente da nossa compostagem;

A manutenção da nossa Horta Biológica tem como objetivos: sensibilizar os alunos para as vantagens da agricultura biológica; proporcionar aos alunos experiências de produção de alimentos para que possam replicá-las em hortas caseiras; desenvolver a consciência ambiental dos alunos; melhorar a autoestima e rendimento escolar de um grupo de alunos cujas motivações escolares têm sido muito baixas, fomentar o trabalho cooperativo, partilhando tarefas e saberes e valorizar e aplicar conhecimentos e experiências dos alunos nesta área.

As primeiras espécies foram plantas e constam já na nossa horta, pepinos, tomateiros, curgete, cebolas, abóboras, alface e morangueiros.

A rega é assegurada com água da chuva e pelos alunos através da água da rede durante os períodos de ausência de precipitação, assim como a monda e sacha de ervas daninhas.

É muito saudável ver a nossa horta antes, durante e depois.

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

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Ervas Aromáticas

Associadas à magia desde os primórdios da humanidade, as ervas aromáticas começaram a ser usadas pelos egípcios em 3500 A.C para outros fins. Desde aí têm sido usadas como medicamentos, perfumes, alimentos, aromas, desinfetantes e até mesmo como moeda de troca. Tal como as especiarias, ajudam na utilização de menos sal na culinária, possibilitam sinergias de absorção e tornam os pratos autênticos caldos de fito nutrientes, que beneficiam a saúde de diversos modos.

Com diferentes formas, tamanhos, tonalidades, aromas e sabores, as ervas aromáticas têm acompanhado os hábitos alimentares ao longo da própria evolução humana, sendo ancestrais os seus poderes medicinais e inconfundíveis os benefícios para a saúde.

Em termos alimentares, as ervas aromáticas são um importante aliado da saúde, na medida em que, para além do aroma, do colorido que fornecem aos pratos, são uma importante fonte de redução do sal e um poderoso aliado no tempero.

As pequenas de tamanho, mas grandiosas em termos de benefícios para o organismo, são detentoras de propriedades que contribuem para prevenir algumas doenças e para promover a saúde em geral.

Durante o mês de abril, maio e junho e no âmbito do projeto Eco-Escolas, os alunos da Escola Básica de Valongo do Vouga plantaram várias espécies de ervas aromáticas. Várias foram as espécies plantadas: salsa, coentros, manjericão, stevia, tomilho, hortelã pimenta, hortelã chocolate, estragão, alecrim, entre outras.

Os alunos do clube Eco-Escolas e do Conselho Eco-Escolas asseguraram a verificação semanal das nossas ervas aromáticas, regando-as e retirando as ervas daninhas.

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

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Espaço Exterior da nossa escola cada vez mais cuidado

Os espaços exteriores da nossa escola são muito apelativos, já que existe um conjunto de espécies arbustivas e arbóreas significativas. A sua manutenção é feita pelo pessoal interno. Sendo uma das atividades do nosso plano de ação, o embelezamento do espaço exterior da escola com floreiras, os alunos do clube Eco-Escolas e do Conselho Eco-Escolas puseram mão à obra, no sentido de darem um toque eco e belo à entrada da nossa escola.

Assim foram plantadas em floreiras algumas espécies fornecidas pela Câmara Municipal de Águeda e outras compradas e trazidas pelos alunos e pelo professor Rui Calhau. No total foram plantadas 11 floreiras pequenas e 11 grandes.

Para colocar algumas destas floreiras aproveitaram-se algumas paletes de madeira que depois de agrupadas foram pintadas e decoradas.

Depois de concluídas foram colocadas na entrada da escola e são hoje apreciadas por todos aqueles que nos visitam!

O Coordenadores Eco-Escolas: Rui Calhau e Isabel Estima

 

 

 

 

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Centro de tratamento de RSU – Planalto Beirão

O programa Eco-Escolas da Escola Básica de Valongo do Vouga terminou o ano letivo e as suas atividades com a realização de uma visita ao Centro de Tratamento de RSU do Planalto Beirão.

Esta visita destinou-se aos alunos do Conselho Eco-Escolas e a todos aqueles que colaboraram nas diversas campanhas e atividades do Plano de Ação.

O Centro de Tratamento de RSU do Planalto Beirão foi concebido para dar uma resposta adequada do ponto de vista ambiental, à produção de resíduos desta região, o Centro de Tratamento de RSU do Planalto Beirão é a estrutura central de todo o sistema. Situa-se no município de Tondela, na localidade do Borralhal. Inaugurado em 1999, o Centro de Tratamento de RSU do Planalto Beirão marcou o fim das lixeiras municipais. Após uma profunda intervenção de selagem e recuperação ambiental das 19 lixeiras existentes, esta moderna infraestrutura passou a ser o destino dos RSU produzidos nos municípios associados.

Aqui está localizado um Aterro Sanitário, destinado à receção dos resíduos recolhidos indiferenciadamente e também um Centro de Triagem, para receber os resíduos recolhidos seletivamente para reciclagem. Neste Aterro Sanitário são depositados os resíduos provenientes da recolha indiferenciada. Toda a área de deposição está impermeabilizada, impedindo a infiltração de águas poluentes (Lixiviados) no solo. Os resíduos depositados são compactados no local, sendo posteriormente efetuada a sua cobertura diária com terras. Existe também uma rede de captação de biogás, impedindo a sua libertação direta para a atmosfera. Os lixiviados provenientes do aterro sanitário, são encaminhados para tratamento nesta unidade (ETAR).

Um agradecimento à Câmara Municipal de Águeda pela cedência do transporte.

 

Os coordenadores Eco-Escolas – Rui Calhau e Isabel Estima

 

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